14 abril, 2007

Quorthon

Eu coloquei o Graveland logo abaixo - apesar de toda a controvérsia sobre a banda - porque eu já lí em diversos lugares que ele era uma das repostas modernas ao Bathory, considerado até hoje, como uma das melhores e mais geniais bandas de black metal. Como o primeiro - que é uma banda de um homem só, Robert "Rob Darken" Fudali - o Bathory era formado por Tomas Forsberg, que todo mundo conhece pelo nome Quorthon.

Lembram dele? Isso, aquele mesmo do Bathory, representante foderoso do black metal suéco na década de 80, chamado hoje em dia de primeira leva do black metal. Destruidor e pilhador de vilas com o seu Viking/Folk/Pagan Metal, exterminador de toda cristandade. Carniceiro e carrasco em sua fase thrash metal, com o álbum Réquiem. Criador de um estilo único e altamente influente entre várias bandas do gênero.

Bem, em 1994 ele começou um projeto solo que leva o seu nome e gravou dois álbuns, com um som bem distante do Bathory (e bota distante nisso). Segundo ele, este projeto seria influenciado por um lado mais Black Sabbath, Sex Pistols e Beatles, mais no estilo hard rock/heavy metal.
Não, você não está lendo errado e eu não estou sob efeito de alguma droga alucinógena (embora deseja-se).

Pois é, se você não teve um ataque cardíaco com Carlos Vândalo e seu Leblon, vai ter um eplético com este! UHAHAHAHAHAHAHAHA
Tá, sejamos sinceros: o primeiro álbum, com o nome homônimo - e pra lá de batido - "Album", não é de todo ruim, é um hard/grunge bem na levada de Alice in Chains e Stone Temple Pilots.
O problema é que o negócio também não é lá muito bom e a originalidade é ZERO!

Segundo Quorthon, ele precisava gravar esse material para ter inspiração de tocar novamente metal. Verdade seja dita, pelo menos ele não apelou e tentou vender os discos com o nome Bathory, como Tom Warrior fez com o Celtic Frost, no álbum Cold Lake. Mas precisava lançar isso e fazer nossos ouvidos sofrerem tanto?
Não é a toa que o cramulhão esmagou o coração dele, fazendo-o morrer de ataque cardíaco!
Nem dá pra acreditar... :s

Coloquei o  EP "When Our Day is Through" no Multiply, para quem quiser baixar uma música de cada vez - sã0 4 - e saber como o som é.
Mas aviso novamente, esqueça o som do Bathory (e reserve o Racumin de lado, se você conseguiu escutar tudo até o fim)!
Em VBR


Album (1994)


01. No More And Never Again
02. Oh No No
03. Boy
04. Major Snooze
05. Too Little Much Too Late
06. Crack In My Mirror
07. Rain
08. Feather
09. Relief
10. Head Over Heels

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Pass: fenriz666@thenegation.pro.tm


When our day is through (1997)


01. When Our Day Is Through
02. Cherrybutt & Firefly
03. An Inch Above The Ground
04. I've Had It Coming My Way

Download
Pass: fenriz666@thenegation.pro.tm
Link Direto


Purity of essence (1997)


Disc 1
01. Rock 'n Roll (Instrumental)
02. I've Had It Coming My Way
03. When Our Day Is Through
04. One Of Those Days (Max Jupiter Cover)
05. Cherrybutt & Firefly
06. Television
07. Hit My Head
08. Hump For Fun
09. Outta Space
10. Fade Away
11. I Want Out
12. Daddy's Girl
13. Coming Down In Pieces

Disc 2
01. Roller Coaster
02. It's OK
03. All In All I Know
04. No Life At All
05. An Inch Above The Ground
06. The Notforgettin
07. Deep
80. Label On The Wind
09. Just The Same
10. You Just Got To Live

Disc 1
Disc 2
Pass: fenriz666@thenegation.pro.tm

3 comentários:

Michel disse...

O Quorthon taí só de sacanagem, Hazza? Podia ter umas tiras dos Skrotinhos acompanhando...

Mas é beleza pôr o novo do Graveland.

E já tem algo do Havoc Unit?

Mestre Splinter disse...

Creio que não vou me atrever a ouvir isso...Desculpa, mas além de ser um cara preconceituoso, eu gosto bastante do som do Bathory...

mikecelticfrost disse...

estranho,sinceramente não gostei ,mais o que o mestre Quorthon fez ja eo bastante para ser considerado eternamente um mestre.