Na nossa rádio de ondas curtíssimas! :D
- Lição do Dia: toda vez que um EMO chora, surge um viking das terras pagãs e o desmembra!
- rattlehead99 (8/1/2006 9:21:50 PM): No shit. What is wrong with this fucking country? Everybody is so fucking stupid (um americano sobre os EUA).
E finalmente, a última empreitada de Igor "Iggor" Cavalera, ao lado de sua esposa Laima Leyton.
Mix Hell
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Nada contra, mas antigamente as mulheres não serviam de inspiração aos homens? :P
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25 março, 2007
21 março, 2007
Kill Me Before I Die...
Bem, acabou. O último a sair, por favor apague a luz.
Ativistas de animais querem matar este urso polar abaixo. O motivo?
Ele foi rejeitado pela mãe, que morreu logo em seguida, e está sendo criado no Zoológico de Berlim!

Vejam bem, ele não está sendo criado em um fundo de quintal ou em condições miseráveis, mas sim, por biólogos plenamente conscientes de como fazer isso. Segundo a declaração de alguns ativistas, o lugar deste urso é na natureza.
Como ele não pode estar lá, qual a sugestão? Matá-lo.
Simplesmente brilhante! :s
Um dos críticos do urso estar sendo criado em cativeiro é Ruediger Schmiedel, da "Fundação para os Ursos", orgão que se gaba de protegê-los.
Se isso é proteger alguém, nem quero imaginar o que é abandonar. >:[
Finalmente a raça-humana conseguiu. Ela não só nivelou por baixo a educação, a saúde, o pensamento humanista, a luta pelos direitos civís, mas conseguiu impôr como metas a serem alcançadas o fascismo, a imbecilidade e a ignorância.
E a questão nem é a foto, muito menos a aparência de "fofinho", antes que alguém pense nisso.
Ativistas de animais querem matar este urso polar abaixo. O motivo?
Ele foi rejeitado pela mãe, que morreu logo em seguida, e está sendo criado no Zoológico de Berlim!

Vejam bem, ele não está sendo criado em um fundo de quintal ou em condições miseráveis, mas sim, por biólogos plenamente conscientes de como fazer isso. Segundo a declaração de alguns ativistas, o lugar deste urso é na natureza.
Como ele não pode estar lá, qual a sugestão? Matá-lo.
Simplesmente brilhante! :s
Um dos críticos do urso estar sendo criado em cativeiro é Ruediger Schmiedel, da "Fundação para os Ursos", orgão que se gaba de protegê-los.
Se isso é proteger alguém, nem quero imaginar o que é abandonar. >:[
Finalmente a raça-humana conseguiu. Ela não só nivelou por baixo a educação, a saúde, o pensamento humanista, a luta pelos direitos civís, mas conseguiu impôr como metas a serem alcançadas o fascismo, a imbecilidade e a ignorância.
E a questão nem é a foto, muito menos a aparência de "fofinho", antes que alguém pense nisso.
17 março, 2007
Cinema e Aspirinas
Cinema não é exatamente minha praia, pois eu sou simplesmente um espectador, não um crítico (quem quiser ler algo mais substâncial, vá ao Black Zombie, do mestre doggma). Mas existem duas notícias que eu lí na revista Set deste mês que não posso deixar de comentar.
A primeira, é que a Warner (dona da DC Comics), já avisou que a partir de agora seus filmes de super-heróis serão todos na linha de Quarteto Fantástico, ou seja, filmes para a família e que não pretende mais arriscar nos enredos, como no filme Superman Returns. O que quer dizer que a partir de agora, o negócio vai feder feio!
Não me entendam mal, Quarteto Fantástico não é um filme exatamente ruim, mas consegue ser mais raso que um prato.
É o típico filme "viu, se divertiu, esqueceu".
Nada contra, mas já imaginaram Batman seguindo essa fórmula? Tempos negros, meus amigos, tempos negros...
A segunda notícia, por outro lado, só confirma que a TV é que está com a bola toda, pois o cinema - com raras exceções -, deixou de ser fonte de histórias bem boladas. A HBO irá fazer uma série de Preacher!
Pausa para um minuto de orações a todos os deuses pagãos que existem, com muitas lágrimas rolando. :D

Preacher não é bom, Preacher é de foder! Para quem não conhece a série - em que planeta você vive? -, ela conta a história do pastor Jesse Custer, que é possuído pela entidade Gênesis - o filho de um anjo com uma demônia - e resolve tirar satisfações com Deus, já que Jesse possui os poderes dos dois lados da balança, fazendo-o rivalizar com o próprio em termos de poder. Em sua busca estão juntos a nomorada Tulipa e um vampiro irlandês, Cassidy.
O negócio todo é altamente profano - Deus é um merda-, totalmente taboo - Maria Madalena tem um filho, mas este é débil mental- e bastante violento (e quando digo violento, é violência mesmo, nada desse negócio pastiche, sobra pra todo mundo, sejam homens, mulheres ou crianças).
Mas o ponto é que nada é gratuíto, a série faz uma série de contestações muito bem fudamentadas as instituições religiosas, ao nosso estilo de vida moderno, a américa moderna (o escritor é britânico, vale lembrar), entre outras coisas.

O interessante é que o diretor é o mesmo do filme Motoqueiro Fantasma, que declarou - e eu cito - "não quero adaptar, não quero mudar nada, quero transformar cada gibi em um episódio de uma hora de duração. Isso daria uma série com cinco ou seis temporadas".
Como quem já viu as séries produzidas pela HBO, como Band of Brothers, Roma, Anjos, Carnival, entre outras, sabe que a emissora não dá muita bola para costumes vingentes, muito menos se importa com a opinião dos outros.
Pode começar a salivar.
A primeira, é que a Warner (dona da DC Comics), já avisou que a partir de agora seus filmes de super-heróis serão todos na linha de Quarteto Fantástico, ou seja, filmes para a família e que não pretende mais arriscar nos enredos, como no filme Superman Returns. O que quer dizer que a partir de agora, o negócio vai feder feio!
Não me entendam mal, Quarteto Fantástico não é um filme exatamente ruim, mas consegue ser mais raso que um prato.
É o típico filme "viu, se divertiu, esqueceu".
Nada contra, mas já imaginaram Batman seguindo essa fórmula? Tempos negros, meus amigos, tempos negros...
A segunda notícia, por outro lado, só confirma que a TV é que está com a bola toda, pois o cinema - com raras exceções -, deixou de ser fonte de histórias bem boladas. A HBO irá fazer uma série de Preacher!
Pausa para um minuto de orações a todos os deuses pagãos que existem, com muitas lágrimas rolando. :D

capa da edição 56, com o "elenco" da série
Preacher não é bom, Preacher é de foder! Para quem não conhece a série - em que planeta você vive? -, ela conta a história do pastor Jesse Custer, que é possuído pela entidade Gênesis - o filho de um anjo com uma demônia - e resolve tirar satisfações com Deus, já que Jesse possui os poderes dos dois lados da balança, fazendo-o rivalizar com o próprio em termos de poder. Em sua busca estão juntos a nomorada Tulipa e um vampiro irlandês, Cassidy.
O negócio todo é altamente profano - Deus é um merda-, totalmente taboo - Maria Madalena tem um filho, mas este é débil mental- e bastante violento (e quando digo violento, é violência mesmo, nada desse negócio pastiche, sobra pra todo mundo, sejam homens, mulheres ou crianças).
Mas o ponto é que nada é gratuíto, a série faz uma série de contestações muito bem fudamentadas as instituições religiosas, ao nosso estilo de vida moderno, a américa moderna (o escritor é britânico, vale lembrar), entre outras coisas.

O interessante é que o diretor é o mesmo do filme Motoqueiro Fantasma, que declarou - e eu cito - "não quero adaptar, não quero mudar nada, quero transformar cada gibi em um episódio de uma hora de duração. Isso daria uma série com cinco ou seis temporadas".
Como quem já viu as séries produzidas pela HBO, como Band of Brothers, Roma, Anjos, Carnival, entre outras, sabe que a emissora não dá muita bola para costumes vingentes, muito menos se importa com a opinião dos outros.
Pode começar a salivar.
25 janeiro, 2007
Oremos irmãos e irmãs!
Oremos mesmo para que isso seja verdade!
Que coisinha fuleira...
A vocalista do Evanescence, Amy Lee, disse à Jam! Music esta semana que ela não se vê excursionando por toda a sua carreira. Lee disse que estar numa banda de rock é "bastante esquisito a maior parte do tempo", adicionando "logo fico cansada da turnê e quero voltar e escrever. Não farei isso para sempre".Casar com terapeuta é soda, mas o som que essa "banda" faz é pior ainda! >:-(
A vocalista diz que ela tem outras ambições em sua vida, incluindo fazer diferentes tipos de música. "Eu quero seguir em outras linhas mais tarde, definitivamente, mas ainda não cheguei lá", disse. "Adoraria fazer trilhas musicais para filmes. Eu adoro trilhas, então eu amaria fazer isso. Seria divertido. Por exemplo, se eu num momento quiser, tipo, quando estiver velha, ser mãe e trabalhar em casa, seria tão legal só de ter um estúdio na minha casa e ficar trabalhando em trilhas, sem sair em turnê".
Amy ficou noiva de seu namorado Josh, um terapeuta, numa segunda-feira durante a noite (8 de janeiro), enquanto a banda estava em Toronto para se apresentar no Air Canada Centre.
Que coisinha fuleira...
Aviso
Não sei se o pessoal notou, mas ultimamente os links agora abrem em uma página separada e as capas (quando possível) estão em tamanhos grandes.
12 janeiro, 2007
Worst Case Scenario
08 janeiro, 2007
03 janeiro, 2007
Tá confirmado!
Olhem só que está confirmado para tocar aqui em fevereiro...

Dia 1º de fevereiro em São Paulo (Via Funchal) e dia 2 em Belo Horizonte (Lapa Multshow).
E aí, quem vai? :D :D :D

Dia 1º de fevereiro em São Paulo (Via Funchal) e dia 2 em Belo Horizonte (Lapa Multshow).
E aí, quem vai? :D :D :D
17 dezembro, 2006
Esse é o teu país...mané!
Ler o jornal desanima (e saber que “19 Assembléias seguem exemplo do Congresso e sobem os salários” ). Sair na rua desanima.
Ao meio-dia, fui com minhas duas filhas relutantes apitar e bater panela na avenida perto de casa. A mais nova reclamou: “Protestar contra o que?”. “Contra os deputados aumentarem o salário deles de 12 para 24 mil”. “Por que eu? Eu não entendo nada disso!”. Diante de tanta má-vontade, a mais velha acabou se animando para brigar com a irmã: “Não entende que 24 é muito mais do que 12? Não consegue imaginar o que é 24 mil todo mês? Um carro por mês?”.
Saímos com a idéia de comprar metros de fita preta e oferecer às pessoas, para amarrarem no braço ou na antena do carro. “Se me perguntarem por que eu estou fazendo isso, o que eu digo?”. A mais velha outra vez, meio galhofeira: “Que o Ghandi falou que a gente tem de ser a mudança que quer ver no mundo”. “Ahn”?
Pegamos apitos e uma tampa de panela. Dois pedaços de papel com os básicos “90% NÃO”. Elas com vergonha, eu também. Sou péssima pra vender rifa, pedir voto e abordar as pessoas. Azar, vamos lá. A caçula deu uma última provocada: “Se me perguntarem por que eu estou fazendo isso, vou dizer: “Porque minha mãe mandou”.
Bairro de classe média, muitos prédios e pouca gente na calçada. Chegamos à rua de comércio e fizemos nosso barulho. Reações: caras de indiferença, desprezo ou ironia. Interesse? Nenhum. Normal, eu não achei mesmo que ia ser fácil. Mas também não pensei que adesões seriam tão difíceis.
Na primeira parada na papelaria, onde cortamos os pedaços de fita e compramos barbante para prender o “cartaz” no pescoço, perguntei para um cliente: “O senhor tem carro? Não quer levar uma fita dessa para amarrar na antena, e protestar contra o aumento de salário dos deputados?”. Foi como seu eu dissesse: “O senhor não quer fazer um piercing no umbigo?”, ou “Posso dar uma lambida na sua orelha?”. Com cara de espanto e aversão, disse: “Não, eu não faço essas coisas”. “Mas o senhor não acha absurdo o aumento?”. “Eu não amarro nada no meu carro. Olha, eu não gosto de política, nem voto em ninguém, não me meto com nada disso”. Como se “isso” fosse um lugar que ele pudesse escolher ir ou não; algo do qual fosse possível manter distância de verdade...
-- Mas o senhor paga! Não vai fazer nada?
-- Não tem jeito, o jeito é ir embora do Brasil.
-- Então tá, o senhor vai embora do Brasil?.
-- Ah, se desse eu ia.
-- Então não faz nada, e fica pagando!
Desagradável. Se é assim que pretendo abordar as pessoas, melhor voltar pra casa. Ainda demos uma volta no quarteirão, desanimadíssimas, eu mais do que elas. A pequena, quem diria, inventou de sair gritando: “Au-men-to não! Quem paga é a população!”. Conseguimos dar 3 ou 4 fitas para amarrar no braço, duas para os carros.
Quem sabe na terça-feira, com o apoio de centrais sindicais, da Associação Comercial de São Paulo (que faz uma campanha contra a carga tributária), grupos de estudantes, o fórum da população de rua, sei lá, a gente consegue reunir algumas dezenas de pessoas na frente do Municipal. Ou pendurar uma faixa preta gigante na parede de algum prédio... Ou colher milhares de assinaturas... Nossa, eu aqui num mau humor desgraçado, e a impressão que dá é que ninguém tá nem aí. Não a ponto de fazer alguma coisa, qualquer coisa que seja. Ainda bem que não é verdade, é só impressão...
Do blog da Soninha
Ao meio-dia, fui com minhas duas filhas relutantes apitar e bater panela na avenida perto de casa. A mais nova reclamou: “Protestar contra o que?”. “Contra os deputados aumentarem o salário deles de 12 para 24 mil”. “Por que eu? Eu não entendo nada disso!”. Diante de tanta má-vontade, a mais velha acabou se animando para brigar com a irmã: “Não entende que 24 é muito mais do que 12? Não consegue imaginar o que é 24 mil todo mês? Um carro por mês?”.
Saímos com a idéia de comprar metros de fita preta e oferecer às pessoas, para amarrarem no braço ou na antena do carro. “Se me perguntarem por que eu estou fazendo isso, o que eu digo?”. A mais velha outra vez, meio galhofeira: “Que o Ghandi falou que a gente tem de ser a mudança que quer ver no mundo”. “Ahn”?
Pegamos apitos e uma tampa de panela. Dois pedaços de papel com os básicos “90% NÃO”. Elas com vergonha, eu também. Sou péssima pra vender rifa, pedir voto e abordar as pessoas. Azar, vamos lá. A caçula deu uma última provocada: “Se me perguntarem por que eu estou fazendo isso, vou dizer: “Porque minha mãe mandou”.
Bairro de classe média, muitos prédios e pouca gente na calçada. Chegamos à rua de comércio e fizemos nosso barulho. Reações: caras de indiferença, desprezo ou ironia. Interesse? Nenhum. Normal, eu não achei mesmo que ia ser fácil. Mas também não pensei que adesões seriam tão difíceis.
Na primeira parada na papelaria, onde cortamos os pedaços de fita e compramos barbante para prender o “cartaz” no pescoço, perguntei para um cliente: “O senhor tem carro? Não quer levar uma fita dessa para amarrar na antena, e protestar contra o aumento de salário dos deputados?”. Foi como seu eu dissesse: “O senhor não quer fazer um piercing no umbigo?”, ou “Posso dar uma lambida na sua orelha?”. Com cara de espanto e aversão, disse: “Não, eu não faço essas coisas”. “Mas o senhor não acha absurdo o aumento?”. “Eu não amarro nada no meu carro. Olha, eu não gosto de política, nem voto em ninguém, não me meto com nada disso”. Como se “isso” fosse um lugar que ele pudesse escolher ir ou não; algo do qual fosse possível manter distância de verdade...
-- Mas o senhor paga! Não vai fazer nada?
-- Não tem jeito, o jeito é ir embora do Brasil.
-- Então tá, o senhor vai embora do Brasil?.
-- Ah, se desse eu ia.
-- Então não faz nada, e fica pagando!
Desagradável. Se é assim que pretendo abordar as pessoas, melhor voltar pra casa. Ainda demos uma volta no quarteirão, desanimadíssimas, eu mais do que elas. A pequena, quem diria, inventou de sair gritando: “Au-men-to não! Quem paga é a população!”. Conseguimos dar 3 ou 4 fitas para amarrar no braço, duas para os carros.
Quem sabe na terça-feira, com o apoio de centrais sindicais, da Associação Comercial de São Paulo (que faz uma campanha contra a carga tributária), grupos de estudantes, o fórum da população de rua, sei lá, a gente consegue reunir algumas dezenas de pessoas na frente do Municipal. Ou pendurar uma faixa preta gigante na parede de algum prédio... Ou colher milhares de assinaturas... Nossa, eu aqui num mau humor desgraçado, e a impressão que dá é que ninguém tá nem aí. Não a ponto de fazer alguma coisa, qualquer coisa que seja. Ainda bem que não é verdade, é só impressão...
Do blog da Soninha
15 dezembro, 2006
Courtney Love Nua!
Não é a toa que Kourt Cobain chapava o coco com heroína!
Olhem só o que ele comia:
O que seria do amarelo, se todos gostassem do vermelho, certo? :P
Vou poupar vocês do resto, mas se algum corajoso quiser ver, está aqui.
Hey, qualquer coisa é para isso que existe o whisky, a cachaça, a vodca, etc.
Olhem só o que ele comia:
O que seria do amarelo, se todos gostassem do vermelho, certo? :P
Vou poupar vocês do resto, mas se algum corajoso quiser ver, está aqui.
Hey, qualquer coisa é para isso que existe o whisky, a cachaça, a vodca, etc.
13 dezembro, 2006
Morre Martin Nodell, criador do super-herói Lanterna Verde

FLÓRIDA, EUA - Martin Nodell, o criador do personagem das Histórias em Quadrinhos Lanterna Verde, que usa um anel para ajudar a sociedade no combate ao crime morreu, aos 91 anos, em Muskego, em Wisconsin, nos Estados Unidos. De acordo com seu filho, Spencer, ele morreu de causas naturais.
Nodell estava buscando um novo personagem para seu livro de HQs quando, em 1940, em uma estação de metrô, viu um funcionário do veículo usando uma lanterna com uma luz verde para sinalizar que estava tudo seguro para a partida. A cena inspirou o artista a criar seu personagem Lanterna Verde.
Nodell imaginou um jovem engenheiro, Alan Scott, sobrevivente de um acidente de trem, que descobre uma lâmpada verde dentro de um meteoro da mesma cor. Scott constrói um anel a partir da lâmpada que fornece a ele superpoderes - estes podiam ser ´recarregados´ com um simples toque na lâmpada. Assim, Scott se torna um combatente ao crime usando uma roupa vermelha, verde, dourada, preta e roxa.
As histórias do Lanterna Verde foram publicadas pela empresa All-American, que mais tarde se tornou National Periodical e então a conhecida DC Comics.
A primeira "aparição" do Lanterna Verde aconteceu em julho de 1940 em um livro de oito páginas. Depois disso, o herói pulou para as telinhas e teve seu próprio seriado, como o Super-Homem, o Batman, o Capitão América e outros personagens da chamada "Era de Ouro" da década de 40.
[O Lanterna Verde nunca foi meu herói favorito, apesar de existirem momentos muito bons dele. Porém, sem ele não teríamos Guy Gardner e a versão pra lá de hilária da Liga da Justiça, conhecida como Superamiguinhos na série "Ainda Fomos a Liga da Justiça" (se eu me sinto um idiota escrevendo isso, imagine o que a própria Liga sente...LOL). Descanse em paz.]
09 dezembro, 2006
Nós todos vivemos na América
O Miguel perguntou se seria possível postar algumas coisas nacionais, como Dorsal Atlântica, Vulcano, Explicit Hate, Azul Limão, Korzus, MX, Anthares, etc.
A razão disso não acontecer com mais frequência está no vídeo abaixo, que está legendado, se alguém tiver algum problema com a língua estrangeira.
O Dorsal eu tenho os links, vou testar se funcionam e posto aqui. Quanto ao resto, só fuçando na net, já que brasileiro - eu incluso - é tudo bunda-mole e prefere ver coisa estrangeira a nacional.
Mesmo que esta seja uma merda.
A razão disso não acontecer com mais frequência está no vídeo abaixo, que está legendado, se alguém tiver algum problema com a língua estrangeira.
O Dorsal eu tenho os links, vou testar se funcionam e posto aqui. Quanto ao resto, só fuçando na net, já que brasileiro - eu incluso - é tudo bunda-mole e prefere ver coisa estrangeira a nacional.
Mesmo que esta seja uma merda.
04 dezembro, 2006
A Primeira Mulher no Espaço
Para quem não sabe, a primeira mulher no espaço foi uma soviética e não uma americana, como é comumente deduzido (e a segunda mulher no espaço e a primeira a fazer uma caminhada espacial, também, Svetlana Savitskaya).A honra coube a Engenheira-Coronel Valentina Vladimirovna Tereshkova. Seu apelido de vôo era Chayka (Ча́йка, em russo, gaivota em português) e seu vôo ocorreu em 16 de junho de 1963, no foguete Vostok 6.
Valentina permaneceu 3 dias em órbita da Terra. Isso foi mais tempo de vôo do que todos os astronautas do programa espacial americano juntos até então!
Mas ela não conduziu o vôo manual, como estava programado, pela sua péssima performance no espaço. O seu operador de vôo disse que ela estava quase "quebrada psicológicamente".
Após a sua volta para casa, Valetina foi condecorada com a "Ordém de Lênin" e considerada Herói da União Soviética. Também recebeu das Nações Unidas a Medalha de Ouro da Paz. Uma cratera na Lua recebeu seu nome, apesar dela nunca mais ter voado novamente.
Hoje vive em Moscou, onde ainda é considerada com a mais alta estima pelo povo russo.
Porém, poucos sabem que antes dela houve outra cosmonauta russa a ir para o espaço, mas que não sobreviveu (assim como houve um outro cosmonauta antes de Gagarin que também não, mas isso é outra história).
Como de fato ocorria na União Soviética - e ocorre um pouco com a atual Rússia -, o regime era extremamente fechado e por esta razão, fracassos não poderiam ser mostrados ao mundo, somente os sucessos.
Em 5 de maio de 1961, Alan Shepard fez o primeiro vôo sub-orbital pelos Estados Unidos. Mas a URSS queria mandar uma mulher para o espaço antes mesmo de os americanos conseguirem um vôo orbital. Eles então lançaram um foguete em 16 de maio de 1961, com propósito e informações sobre sua tripulação não divulgados.
Não se sabe ao certo o que ocorreu, apenas que era um foguete Vostok, mas suspeita-se que o escudo térmico tenha se partido na decolagem. Após inúmeros atrasos na reentrada, eles a realizaram no dia 23, pois o suprimento de ar da cápsula estava acabando.
O resultado? Ele está aqui (formato Real Audio), nesta transmissão captada por dois irmãos italianos. Eles montaram um posto de escuta que era capaz - na época - de captar todas as transmissões dos satélites e espaçonaves americanas e soviéticas. Vale lembrar que as espaçonaves, especialmente as soviéticas, sobrevoavam o espaço aéreo italiano antes de entrar em órbita ou pousar, por isso o sucesso dessa empreitada.
A tradução da transmissão segue abaixo. Aos de estômago fraco, recomendo fechar o navegador.
cinco...quatro...três ...dois...um
um...dois...três...quatro...cinco
respondam...respondam...respondam...
CÂMBIO!...CÂMBIO!...RESPONDAM...
RESPONDAM...RESPONDAM...FALEM COMIGO!
FALEM COMIGO...ESTÁ QUENTE...ESTÁ QUENTE!
O QUÊ?...QUARENTA E CINCO... O QUÊ?
QUARENTA E CINCO...CINQUENTA...
SIM...SIM...SIM...RESPIRANDO...
RESPIRANDO...ÓXIGÊNIO...
ÓXIGÊNIO...ESTÁ QUENTE...
ISSO NÃO É PERIGOSO (de fazer)?... É TUDO...
ISSO NÃO É PERIGOSO (de fazer)?... É TUDO...
SIM...SIM...SIM...COMO VAI SER?
O QUÊ?... FALEM COMIGO!... COMO EU DEVO
TRANSMITIR? SIM...SIM...SIM...
O QUÊ? A TRANSMISSÃO COMEÇA AGORA...
QUARENTA E UM... ISSO... NOSSA TRANSMISSÃO COMEÇA AGORA...
QUARENTA E UM... ISSO... NOSSA TRANSMISSÃO COMEÇA AGORA...
QUARENTA E UM... SIM... ESTÁ QUENTE...
EU ME SINTO QUENTE...ESTÁ TUDO...ESTÁ QUENTE...
ESTÁ QUENTE...ESTÁ QUENTE...ESTÁ QUENTE...
... VEJO CHAMAS!... O QUÊ?...
VEJO CHAMAS!... VEJO CHAMAS!...
ESTÁ QUENTE... ESTÁ QUENTE... TRINTA E TRÊS...
TRINTA E DOIS... QUARENTA E UM... QUANRENTA E UM
EU VOU ME DESPEDAÇAR?... SIM...SIM... ESTÁ QUENTE!...
ESTÁ QUENTE!... VOU REENTRAR!... VOU REENTRAR...
ESTOU OUVINDO!... ESTÁ QUENTE!...
(transmissão interrompida)
Três dias depois, em 26 de Maio de 1961, a TASS - agência de notícias soviética - anunciou que um vôo não tripulado retornou a Terra no dia 23. Era um satélite e ele queimou ao reentrar na atmosfera.
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